quarta-feira, 17 de junho de 2009

0 Estudantes

Vamos falar sobre movimento estudantil. O ME como é conhecido foi fundado na década de trinta e extinto no governo de Getúlio Vargas nos anos 60. Estávamos num governo ditatorial, porém, para abafar o grito e a dor que o regime causou aos estudantes, utilizou enfoque político na valorização do que é “nosso”. A campanha “o petróleo é nosso” foi um exemplo, enquanto isso estudantes que se reuniam para discutir idéias e não concordavam com o governo impositor eram caçados e assassinados.

O movimento estudantil foi uma das organizações mais importantes e a que mais lutou para a queda da ditadura, também foi à rua para dar força ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Melo (atual senador pelo estado do Acre) atualmente o movimento estudantil reivindica uma educação de qualidade, sem preconceitos de raça, sexo, orientação sexual e poder aquisitivo.

O movimento estudantil tem várias representações. A Une (União Nacional dos Estudantes), a Ubes (União Brasileira dos Estudantes), além da Umes (União Municipal dos Estudantes) e UEE (União Estadual dos Estudantes).

No mês de julho, de 10 a 15 acontecerá em Brasília o 51º Congresso Nacional da União Nacional dos Estudantes (Conune). Nós estudantes temos que nos organizar para assegurarmos nossos direitos e assim exercemos a cidadania contribuindo para a melhoria da educação.


Mais informações www.une.org.br

sexta-feira, 22 de maio de 2009

0 Reflexão

Certo momento, parei para refletir sobre o que é vida. Pensei, chorei, sofri, sorri, e até agora não consegui definir. Será alguma coisa sem definição ou sem explicação?
Procurei um dicionário e achei o seguinte conceito: Vida é o período que fica entre o nascimento e a morte de um ser. Considerando isto, percebi que viver é somente estar entre o nascer e o morrer, ou algo mais intenso como mudanças e inconstâncias.
Viver é o passar a vida, e como devemos passar este tempo, depende unicamente de escolhermos o caminho. Às vezes não fazemos nada e reclamamos, e às vezes fazemos muitas coisas e reclamamos também. Devemos não fazer nada ou fazer tudo? Acho que o melhor seria fazer um pouco de cada coisa, isso não quer dizer que devemos fazer só a nossa parte, mas a nossa parte. E se tivermos competência, porque não fazermos a parte do outro ou ajudá-lo?
Para que a vida e o viver não sejam cansativos ou passem despercebidos, poderíamos sempre nos doar ao próximo e ao mundo, com solidariedade, amor, companheirismo, cuidando do meio ambiente, de tudo e todos a nossa volta.
Cuidar só do EU não adianta, mesmo sabendo que no nome DeuS eu sou no meio.
Tenho que ter conhecimento que nem tudo que é bom para mim é bom para o outro, então vamos fazer algo para que não só a nossa vida seja boa, mas da maioria também. Como vivemos em sociedade, se as coisas ao nosso redor melhoraram nós também melhoramos.
Até porque, como diz a Música de Tom Jobim, Wave, “é impossível ser feliz sozinho”.

terça-feira, 7 de abril de 2009

1 Guarapari serve de cenário para filme

O filme Mangue Negro dirigido pelo cineasta Rodrigo Aragão é o primeiro longa produzido no município de Guarapari, patrocinado por um empresário da região o filme teve o custo de R$ 50 mil. Como cenário foi usado o manguezal e o quintal da família Aragão e quase todos os atores eram amadores e voluntários
A filmagem foi todo feita em Perocão um bairro da cidade onde mora o cineasta. Para os efeitos especiais o aragão diz que foi usado setecentos litros de gosma à base de polvilho e de “sangue” produzido com mel, groselha e chocolate.
Mangue Negro relata uma história de amor, ataques de zumbis que comem carnes humanas para castigar o homem pela falta de cuidado com a natureza e tem como objetivo conscientizar a população da degradação ambiental que acontece no mangue do município.

Fiz essa matéria para faculdade, então resolvi postar aqui

segunda-feira, 2 de março de 2009

0 Exclusão social

Ontem no fantástico passou uma matéria com o seguinte título: “Brasil dos excluídos”. Na matéria pude perceber as dificuldades e a diferença da economia daquele lugarejo com a “nossa”, mas após assistir, consegui observar que a exclusão não esta lá, mas sim ao nosso lado e parei para analisar qual era a pior exclusão. A que esta ao nosso lado ou a de um lugarejo onde todos passam pelas mesmas dificuldades. Penso que é mais fácil conviver em um lugar onde todos têm o mesmo “problema” do que viver, por exemplo, onde eu não tenho o que comer e vejo o meu vizinho jogar comida fora porque tem a mais e sobra. Não sei se lá há um grande índice de assassinatos, roubos ou usuários de drogas, mas aqui no nosso “mundinho” tem de mais e sobra, até porque para um simples mortal não é fácil entender porque ele sofre tanto e as outras pessoas próximas a ele não. O Brasil é o país dos excluídos, dos passivos do povo que se acostumou com o sofrimento e a submissão. Somos excluídos pelo Estado na educação, saúde, moradia e quando não temos referência por acaso e nos tornamos moradores de rua somos excluídos por toda a sociedade. Acho que alguns pensam que as pessoas até param de ter sentimentos e sensibilidades por isso matam e atiram fogo nos mendigos. Mas será que quem que perdeu os sentimentos e a sensibilidade nós ou eles?

1 Desculpa

Quero pedir a vocês que visitam o blog desculpa por não postar nada a algum tempo, mas estou meio sem inspiração, porém como o ano começou hoje para muitos tentei escrever algumas coisa que ainda não esta legal, mas a prática leva a perfeição e se vocês tiverem alguma ideia me mandem que tento escrever sobre ela.
Beijão e tenham uma ótima semana!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

0 Direito ao aborto! Será direito?

Estamos no século XXI e cada vez mais vemos a disputa entre os sexos; de um lado as feministas do outro os machistas. Uma disputa sempre é saudável, pois temos que ser bom para vence-lá. Porém as disputas dos sexos esta sendo desenfreada.
Penso que as mulheres têm o direito de receber salários iguais aos homens, podem exercer a função que quiser, mas o nosso direito termina onde começa o direito do outro. Então por exemplo: a mulher ao gerar a vida “perde” o direito de interferir na mesma. Não estou aqui para dizer se é certo ou errado, mas mostrar que é contraditório lutar pela liberdade do nosso corpo como mulher e não respeitar o “feto” na sua evolução. Isso mostra o nosso egoísmo e que só pensamos no EU e esquecemos do nós, mostrando também a falta de amor.
O aborto deve ser legalizado, porque sabemos que existe e sempre irá existir e é dever do Estado garantir saúde a todos. Porém acho burrice em pleno 2009 uma mulher não usar preservativo ou outros métodos contraceptivos, já que não deseja engravidar. Para regularizar o aborto o governo deve fazer o que foi feito nos países desenvolvido como, por exemplo, a Holanda, uma campanha em massa para conscientizar e enfatizar a importância dos preservativos, pois com isso eles diminuíram o número de abortos no país e asseguraram a saúde da mulher.
Temos o direito de poder vender o nosso corpo sem sermos julgadas ou não vendermos e praticarmos sexo com quem a gente quiser, temos direito de poder trabalhar e exercer as mesmas funções que os homens. Temos o direito ao nosso corpo, mas devemos ser responsáveis para que não prejudiquemos aos outros.
Não sei falar das questões religiosas, até porque não tenho conhecimento para isso, mas falo o lado racional que às vezes faz enxergarmos somente um lado, o nosso.
Então não seremos hipócritas, ou gritaremos só por nós ou pelo todo?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

0 Sem comentários!

No dia 15 de Janeiro entrei de férias arrumei minha mala e fui para Salvador-BA dia 17 para participar do CONEB (Conselho Nacional de Entidades de Base) promovido pela UNE (União Nacional dos Estudantes). Foram 4 dias de CONEB e 5 da Bienal de Arte e Cultura da UNE. Durante esses 9 dias conheci pessoas de vários lugares do país e pude observar infelizmente que muitos participavam do evento sem notar ou saber da importância do mesmo. Saíram de casa para curtir a Bahia.
Um ponto forte é o envolvimento dos partidos políticos que acabam desarticulando os jovens, pois as divergências que existe devido ao partido A, B ou C é que fazem os estudantes perderem a força e aqueles que não pertencem a partido algum acabam tendo o grito abafado.
Devido a isso quero dizer a todos os estudantes que têm engajamento político e realmente querem fazer que seja respeitada a vontade dos estudantes. Vocês façam crescer dentro da UNE um movimento pró estudantes se partido, pois assim mostrará a verdadeira vontade e força da categoria.
Como petista achei lamentável o racha do partido até mesmo na hora da plenária. Para nos manter no governo temos que ter postura, mas também sabedoria. Acho que no CONEB deveríamos ter ido todos juntos e desbancado o PCdoB, PSol ou até mesmo nos aliados a algum que convergiam em alguns aspectos conosco. Viver separado dentro da mesma casa é difícil.
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