Quando a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o PL 7672/2010 que Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante. Observei algumas falas em relação aos legisladores como: “Os pais agora NÃO podem mais educar seus filhos, devido a lei da palmada”.
É preciso deixar claro que esse nome dado pela mídia desqualifica a lei, pois não é uma lei contra a palmada, mas sim a favor de que as nossas crianças e adolescentes não sejam agredidos, torturados e humilhados. Será que tem algum pai que acha que torturar, agredir e humilhar educa? Prefiro não acreditar nisso.
terça-feira, 27 de maio de 2014
0 Educar é diferente
sexta-feira, 16 de maio de 2014
0 É preciso levar o governo para a esquerda
Vivemos numa conjuntura na qual em várias partes do mundo a população ganha às ruas, para assegurar e reivindicar direitos, no Brasil não foi diferente. O povo tomou as ruas em junho de 2013 com as mais diferentes bandeiras, dentre as históricas de lutas as mais atuais.
O movimento nos mostrou de uma forma simples que as pautas antigas como “Direito a saúde e educação” foram substituídas por “Queremos educação e atendimento público de qualidade”, esse fala nos diz que o país evoluiu, mas é preciso avançar mais.
Notamos de maneira muito discreta no movimento de junho demandas que são essenciais para o país, como a reforma agrária, a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário. Essas pautas ainda são intocáveis para o nosso governo e para a população que não adquiriu consciência da sua importância.
Nesse contexto a esquerda brasileira e os partidos progressistas durante esses mais de 10 anos de um governo “democrático progressista”, não se prepararam e se organizaram para disputar a sociedade. Por isso, hoje alguns não acreditam que a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores aconteceu devido a uma política de governo, mas crêem que conseguiram somente por esforço próprio, esse tipo de posicionamento nos afirma que algo não ficou claro.
Erramos quando dizemos que melhoramos a vida dos trabalhadores e os colocamos como “classe média” ao invés de classe trabalhadora, pois é uma forma de maquiar ou esconder a classe proletária do nosso país.
A conscientização da população também é nossa responsabilidade, por isso é preciso refletir e assumir os nossos equívocos para que possamos a partir de agora não só ganhar os espaços institucionais, legislativo e executivo, mas ganhar corações e mentes, por mais que esse bordão esteja ultrapassado.
O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) fundamental para a melhoria estrutural do nosso país que nunca teve antes do governo do PT uma política que trabalha desenvolvimento econômico e social de maneira sensível e coerente, também não se debate com a população.
Para que o governo possa pautar e enfrentar a elite conservadora do nosso país o partido deve se organizar, dialogar com os movimentos e a sociedade em geral, pois só o povo com consciência da importância do seu papel conseguirá colocar o segundo governo Dilma mais a esquerda.
Reafirmo é possível enfrentar e fazer as reformas necessárias para esse país se tivermos com os trabalhadores, estudantes, desempregados enfim com o povo brasileiro. Tenho certeza que em nenhum outro governo será possível debater, propor e efetivar as demandas necessárias para o Brasil, pois esses são compromissos dos partidos progressistas e de esquerda.
A reeleição da companheira Dilma e a ampliação da bancada da esquerda na câmara e no senado, é essencial para que o país continue a reduzir as desigualdades sociais dando mais oportunidades e mudando a vida do povo brasileiro.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
0 Nébula
"Não sei fazer uma avaliação racional de tudo que envolve o
momento chamado vida, talvez seja por não conseguir entender o que realmente é. A complexidade do que compõe a palavra é algo
incompreensível para uma simples mortal. terça-feira, 1 de abril de 2014
0 Gestão de ânimo
A
instabilidade política em Guarapari existe há mais de 20 anos, além disso,
perdura a forma de gerir a cidade ultrapassada e sem visão de futuro. Isso
dificulta o real desenvolvimento do município. Quando digo desenvolvimento não
é o lucro empresas, mas melhoria no atendimento e qualidade do serviço público,
diminuição das desigualdades sociais e ferramenta que acabem com a miséria e a
fome que ainda assola algumas regiões.
Há de convir
que a Guarapari de hoje é um pouco mais estruturada e com uma população bem
maior, pois a cidade tem um fenômeno imigratório muito relevante a população
guarapariense é composto por vários culturas, temos os mineiros, candangos,
coreanos, paulistas, muitos escolhem a nossa cidade pela qualidade de vida, pois
é uma município de médio porte com uma natureza encantadora e geograficamente
pequeno, temos praia e montanha a menos de uma hora de distância.
Porém quando
analisamos a gestão municipal há muitos anos nenhuma delas conseguiu superar a
expectativa dos moradores, hoje quando questionamos sobre a atual gestão em
todos os cantos da cidade a fala é única: “Nem parece que temos prefeito” ou
“Acho que tem que retornar o anterior, pois pelos menos sabíamos quem era”.
Isso mostra um problema sério que a cidade enfrentar a falta de liderança
política.
A risco a
dizer que esse gestão será de um só mandato, o que em minha opinião é péssimo, pois
demonstra uma incapacidade administrativa, mas ao mesmo tempo uma perca de
reeleição é quando o povo não aprovou a maneira e os moldes que o município
esta sendo administrado. Então é a partir desse momento que devemos debruçar e
refletir, pois se realmente a população tem essa visão em relação à gestão
chegamos ao momento que os partidos progressistas e de esquerda têm a responsabilidade
de discutir e analisar a conjuntura, por isso é extremamente importante iniciar
o debate e construir um projeto político real e avançado, um projeto político
que discuta com a cidade e construa a partir daí um programa de governo ousado
e avançado.
Porém é
impossível que façamos uma construção dessa envergadura sozinhos, é preciso
formar uma bloco progressista na cidade que envolva partidos de esquerda,
sindicalistas, trabalhadores/as, estudantes, donas de casa, professores/as e
qualquer outro morador da cidade que entenda a importância de discutir o
município e acredita que esta na hora de termos um gestão municipal avançada,
equilibrada e competente.
Esse é o
momento de construirmos um bloco progressista e de esquerda para o município,
pois temos que fazer um amplo debate com a cidade nas eleições 2016 e assim
irmos construindo dia a após dia debatendo com a cidade, disputando idéias e
ideais e tendo o compromisso de melhorar a qualidade e vida de todo o povo
guarapariense.
Bárbara Hora
2º vice-presidente do PT Guarapari
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
1 Não é fácil
Vou contar uma história para vocês que parece ser meio “boba”, mas nunca imaginei que precisaria ter foco e disciplina. Decidi em 5 de janeiro não tomar refrigerantes por 30 dias, pensei poxa deve ser moleza e ficar um pouco mais saudável é importante, demorei três dias até consegui realmente parar, então no dia 8 não tomei uma gota e fiquei assim até o dia 8 de fevereiro quando voltei a tomar o bendito refrigerante.
Dentre esses dias pode perceber a dificuldade que é mudar o nossos hábitos, é verdade e posso confessar que tinha um tempo que estava diminuindo a quantidade, mas sempre rolava uma latinha de 360 ml. Nos primeiros dias tive muita vontade de consumir, sonhava tomando refrigerante acordava com uma vontade louca, mas tomava o meu suco para paliativo. Depois do vigésimo dia acho eu que meu organismo foi se adaptando e a vontade diminuía, o meu pensamento diário era “Só faltam tantos dias”, quando chegou no trigésimo dia não acreditei, tinha acabado o período e não estava com aquela vontade toda que achei que teria quando iniciei o processo.
Porém no sábado até por comodismo e facilidade em dizer sim, num aniversário de criança, tomei dois copos pequenos, não me arrependi, mas fiquei refletindo o quanto é difícil negar algo que tem em todos os lugares. Pensei também a luta que deve ser para os dependentes químicos de álcool e droga que são encontrados facilmente, então cheguei uma conclusão para manter-se saudável é preciso de convicção, disciplina e força de vontade.
Em relação a mim não sei se vou parar de vez, mas estou diminuindo bastante a quantidade.
Dentre esses dias pode perceber a dificuldade que é mudar o nossos hábitos, é verdade e posso confessar que tinha um tempo que estava diminuindo a quantidade, mas sempre rolava uma latinha de 360 ml. Nos primeiros dias tive muita vontade de consumir, sonhava tomando refrigerante acordava com uma vontade louca, mas tomava o meu suco para paliativo. Depois do vigésimo dia acho eu que meu organismo foi se adaptando e a vontade diminuía, o meu pensamento diário era “Só faltam tantos dias”, quando chegou no trigésimo dia não acreditei, tinha acabado o período e não estava com aquela vontade toda que achei que teria quando iniciei o processo.
Porém no sábado até por comodismo e facilidade em dizer sim, num aniversário de criança, tomei dois copos pequenos, não me arrependi, mas fiquei refletindo o quanto é difícil negar algo que tem em todos os lugares. Pensei também a luta que deve ser para os dependentes químicos de álcool e droga que são encontrados facilmente, então cheguei uma conclusão para manter-se saudável é preciso de convicção, disciplina e força de vontade.
Em relação a mim não sei se vou parar de vez, mas estou diminuindo bastante a quantidade.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
0 A importância de 2014
Em abril de 2002 no auge dos meus 18 anos filiei ao Partido dos Trabalhadores, nunca pensei que seria um dos momentos mais importantes da minha vida, a partir da filiação comecei a minha militância no partido e nos movimentos sociais. Aprendi dentro do PT sobre a disputa de classes, a importância da organização social, da existência dos partidos políticos, respeito as adversidades e o que é realmente democracia. O partido foi e é uma grande escola para mim.
Há dez anos fui a candidata mais jovem da história do partido no meu município, senti o peso e a importância de termos uma candidatura jovem que representasse o projeto político democrático e popular defendido pelo PT, abrimos dialogo com as juventudes, fizemos debates para defender o que a juventude quer. Com o apoio da família confeccionamos bandeiras de TNT vermelhas pintadas com a estrela do PT, juntamos uma grana e fizemos o material de campanha, vendemos camisas e assim fizemos a nossa campanha com vontade e disposição.
Apesar de defender as pautas não tive organicidade enquanto juventude do PT, "conheci" a juventude partidária em 2007,comecei a organizar os poucos de jovens que tinham no partido e em 2009 fizemos o primeiro congresso da JPT em Guarapari, onde fui eleita sec. municipal de juventude e tivemos como delegadas ao congresso estadual da JPT eu e a companheira Cintia Cirino. Fui candidata novamente em 2008, mas dessa vez enquanto JPT.
2012 assumi a coord. estadual de movimentos sociais da JPT, foi um momento importante e difícil em vários aspectos, mas posso pontuar como mais importante as conversar feitas com alguns municípios onde estimulamos a Jornada Nacional de Lutas da Juventude que resultou no município de João Neiva um espaço muito importante para a juventude. Falamos da importância da democratização dos meios de comunicação e os perigos da manipulação da empresa tradicional. Discutimos em Guarapari a criação do conselho municipal de juventude e colaboramos minimamente com a movimento pró-conselho municipal de juventude.
Hoje encerro o ciclo na juventude do PT com a certeza que dei o melhor que pude e que vou continuar lutando pelas pautas da juventude, porém em outros espaço, deixo aos companheiros da JPT meu muito obrigada e a certeza que podem contar sempre comigo.
Juventude Petista de Esquerda e Socialista!
Podem tremer, podem tremer, aqui esta a juventude do PT.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
0 Um sorriso negro, um abraço negro, trás felicidade...
O que houve sábado no shopping Vitória só reforça o posicionamento equivocado, autoritário, racista e opressor da polícia militar do Espírito Santo, podemos perceber através das falas do sec. de segurança que o posicionamento do governo do estado é o mesmo. A partir daí dá para entender o porque de não priorizar a efetivação de política pública de juventude, porque o estado não trabalha uma política de redução do extermínio de jovens.
Para o governo jovem é marginal, mas não no sentido de estar a margem da sociedade, é visto como infrator, se for negro é condenação na certa, pois o tom da pele para o estado é como se fosse uma comprovação real, a Teoria dos fatos usada pelo STF também tem sua efetividade no Espírito Santo.
Leiam o link abaixo:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/12/os-corpos-negros-que-assustaram-o-shopping-vitoria.html
Para o governo jovem é marginal, mas não no sentido de estar a margem da sociedade, é visto como infrator, se for negro é condenação na certa, pois o tom da pele para o estado é como se fosse uma comprovação real, a Teoria dos fatos usada pelo STF também tem sua efetividade no Espírito Santo.
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